quinta-feira, 18 de setembro de 2008

FOCO 32 : OS CONFLITOS ENTRE ÁRABES E JUDEUS !

EVOLUÇÃO DOS CONFLITOS ENTRE ÁRABES E JUDEUS FEITAS PELOS MAPAS !
EM 1947, QUANDO A ONU DECIDE DIVIDIR A PALESTINA EM DUAS PARTES !
EM 1949, QUANDO ISRAEL CONQUISTA SUA INDEPENDÊNCIA, E AMPLIA SEU TERRITÓRIO, GERANDO EXPULSÃO DE MILHARES DE PALESTINOS !

EM 1967, NA GUERRA DOS SEIS DIAS, ISRAEL AMPLIA SUAS TERRAS, E CONQUISTA TERRITÓRIOS DO EGITO E DA SÍRIA !

EM 1991, JÁ NEGOCIANDO ACORDOS DE PAZ. ISRAEL INICIA UM PROCESSO DE DEVOLUÇÃO DE TERRA, POIS SÓ ASSIM HAVERÁ PAZ !


1996, JÁ HÁ SINAIS DE QUE A PAZ É POSSÍVEL, DEVOLVENDO TERRAS, E CONTROLANDO OS RADICAIS !

Pois é assim que Israelenses e palestinos travam conflito durante dezenas de anos, sendo as divergências entre as duas nações ligadas às questões religiosas, nas quais envolvem judeus e mulçumanos. No século XIX, já existia um movimento que buscava a criação de um Estado independente na Palestina, esse movimento ganhou o nome de Sion. Na década de 30, cresceu o número de judeus na palestina proveniente do Nazismo, promovendo um significativo aumento na comunidade judaica. Com o aumento do fluxo de judeus em direção à Palestina, a Inglaterra que controlava a região, a partir de 1937 limitou a entrada, surgindo um fenômeno de migração clandestina. Quase nesse mesmo período cerca de 6 milhões de judeus foram mortos nos campos de concentração nazistas na Segunda Guerra Mundial. No final do ano de 1947, no decorrer de diversos confrontos entre árabes e judeus, a ONU (Organização das Nações Unidas) finalizou o controle inglês na região e instaurou um estado israelense e um árabe na Palestina, em 1948 foi consolidado o Estado de Israel, porém não aceito pelos palestinos. Os palestinos e os países de origem árabe se voltaram contra Israel, entrando em um confronto no qual os israelenses saíram vencedores, e logo após a vitória assumiu parte das terras dos palestinos, centenas de palestinos foram obrigados a deixar suas terras. No ano de 1956, aconteceu a Guerra de Suez, que foi provocada por conflitos entre Egito e Israel, em disputa pelo controle do Canal de Suez. Os judeus, em 1967, já ocupavam cerca de 90% do total do território antes pertencente à Palestina, as lutas envolvendo judeus e árabes já se arrastavam desde as primeiras décadas do século XX. Em 1964 foi criada a OLP (Organização para a Libertação da Palestina), que tinha como objetivo representar o povo palestino junto aos organismos internacionais, além de comandar as ofensivas contra Israel. A rivalidade não poupava nem os desportistas, nas Olimpíadas de Munique, em 1972, onze atletas judeus foram exterminados por guerrilheiros palestinos. Mais tarde, em 1978, os Estados Unidos promoveram uma intervenção, propondo o Tratado de Camp David (EUA), mesmo com a assinatura do tratado os conflitos não cessaram, se arrastaram até o século XXI, pois não foi possível estabelecer um território aceitável para as duas partes. Novamente para estabelecer a paz entre os israelenses e palestinos foi promovido um novo encontro em 1993, no qual foi denominado de Acordo de Oslo, esse acordo visava a entrega das terras dos judeus e a saída das tropas do local. Apesar dos esforços na implantação de acordos, tratados e intermédios de várias nações ocidentais, não colocaram um fim no confronto, os atos terroristas e consecutivos confrontos armados se tornaram freqüentes. Já em 2000, o então presidente Norte-americano Bill Clinton tentou aproximar as duas partes com intuito de estabelecer outro acordo de paz, porém sem êxito. Em 2001, Ariel Sharon foi eleito primeiro ministro de Israel, provocou um aumento nos conflitos, pois a grande maioria dos palestinos era contra Ariel, pois esse tinha participado, em 1980, da ocupação da Palestina, cerca de 1.500 palestinos e 600 israelenses morreram em conflitos até 2002. Os confrontos proclamados promoveram uma série de atentados por parte de grupos terroristas como Jihad e Hamas, com a finalidade de resolver as questões territoriais. O líder Yasser Arafat ficou isolado em seu quartel, de 2002 até sua morte em 2004. Após a morte do líder palestino foram realizadas novas eleições para definir o novo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), o vencedor das eleições foi Mahmoud Abbas, realizada em 2005. Logo que ingressou no poder seu principal interesse foi buscar novas discussões para a conquista de paz entre palestinos e israelenses, mesmo assim os confrontos não cessaram. Abbas enfrenta problemas divergentes como o grupo Hamas, contrários às intenções pacifistas do presidente, pois para eles a luta não deve parar enquanto os interesses palestinos não forem conquistados. O grupo Hamas tem acentuado as suas forças, prova disso são as eleições de 2006, na qual o grupo elegeu 74 dos 132 dos deputados. O Hamas e seu partido, definitivamente não reconhecem o Estado de Israel, e dificilmente essa questão terá um fim.

Veja cronologia do conflito entre israelenses e palestinos
da Folha Online

O conflito israelo-palestino envolve a disputa dos dois povos pelo direito à soberania e pela posse da terra ocupada por Israel e pelos territórios palestinos. O impasse teve início no século 19, quando judeus sionistas expressaram o desejo de criar um Estado moderno em sua terra ancestral e começaram a criar assentamentos na região, na época controlada pelo Império Otomano. Desde então, houve muita violência e controvérsia em torno da questão, assim como vários processos de negociações de paz durante o século 20 e ainda estão em andamento.Tanto israelenses quanto palestinos reivindicam sua parte da terra com base na história, na religião e na cultura.

Os israelenses, representados pelo Estado de Israel, têm soberania sobre grande parte do território, que foi conquistado após a derrota dos árabes em duas guerras --o conflito árabe-israelense de 1948 e a Guerra dos Seis Dias, de 1967.

Os palestinos, representados pela Autoridade Nacional Palestina (ANP), querem assumir o controle de parte dos territórios e estabelecer um Estado Palestino soberano e independente.Grande parte dos palestinos aceitam as regiões da Cisjordânia e da faixa de Gaza como território para um futuro Estado palestino. Muitos israelenses também aceitam essa solução. Uma discussão em torno dessa solução ocorreu durante os Acordos de Oslo, assinados em setembro de 1993 entre Israel e a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que permitiu a formação da ANP. No entanto, Israel e ANP não chegaram a uma posição comum. Apesar de vários outros acordos e planos de paz, como os de Camp David e das negociações do chamado Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, União Européia, Rússia e ONU), a situação ainda se vê hoje em um impasse. Atualmente, as negociações esbarram na questão do governo palestino, que, liderado pelo movimento radical islâmico Hamas (que assim como o moderado Fatah possui braços armado e político) não reconhece o direito de existência de Israel. Após a vitória do Hamas (considerado pelos EUA e por Israel como um grupo terrorista) em 2006, a comunidade internacional iniciou um bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise nos territórios palestinos.

O recente acordo entre o Hamas e o Fatah para a formação de um governo de coalizão ainda não permitiu o retorno de negociações que incluam os palestinos no processo de paz. O impasse é devido, principalmente, à resistência do Hamas em reconhecer Israel e à resistência da comunidade internacional em reconhecer a legitimidade do movimento islâmico como representante dos palestinos.

Veja a cronologia do conflito:
1917 - Declaração do Reino Unido
O Reino Unido divulga a Declaração de Balfour, que concede aos judeus direitos políticos como nação, e foi vista pelo povo judeu como uma promessa para a formação de um Estado Judeu nos territórios palestinos.
1947 - Plano de partilha da ONUAssembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) aprova plano para partilha da Palestina, ou seja, a criação de Israel e de um Estado palestino. Até então, a região era uma colônia britânica.
A partilha é rejeitada por árabes e palestinos, que prometem lutar contra a formação do Estado judaico.
1949 - Expansão das fronteiras
Em 1949 Israel vence guerra árabe-israelense e expande fronteiras. Cisjordânia e Jerusalém Oriental ficam com a Jordânia; Gaza, com o Egito.Vários outros conflitos armados ocorreram entre o Estado de Israel e os árabes e palestinos tendo como foco Israel e seu território. No que concerne à conquista de terras, é importante destacar também a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel conquista o deserto do Sinai, a faixa de Gaza (Egito), a Cisjordânia, Jerusalém Oriental (Jordânia) e as colinas do Golã (Síria).
Em 1982, seguindo um acordo entre Israel e o Egito alcançado três anos antes, os israelenses se retiram do Sinai.
1987 - Intifada
Entre 1987 e 1993, os palestinos empreenderam uma revolta popular contra Israel que ficou conhecida como Intifada. Marcada pelo uso de armas simples, como paus e pedras lançadas pelos palestinos contra os israelenses, a Intifada incluiu também uma série de atentados graves contra judeus.1993 - Acordos de Oslo

Em 1993, na Noruega, Israel se compromete a devolver os territórios ocupados em 1967 em troca de um acordo de paz definitivo. Israel deixa boa parte dos centros urbanos palestinos em Gaza e Cisjordânia, dando autonomia aos palestinos, mas mantém encraves. O prazo é adiado devido a impasses sobre Jerusalém, o retorno de refugiados palestinos, os assentamentos judaicos e atentados terroristas palestinos.
1998 - Processo de paz

Após acordos de paz entre israelenses e palestinos, como o de Oslo (93) e o de Wye Plantation (98), Israel entregou porções de terra aos palestinos.

2000 - Camp DavidEm julho de 2000, em Camp David (EUA), Israel ofereceu soberania aos palestinos em certas áreas de Jerusalém Oriental e a retirada de quase todas as áreas ocupadas, mas Iasser Arafat [morto 11 de novembro de 2004, após ficar internado durante 14 dias em um hospital militar na França] exigiu soberania plena nos locais sagrados de Jerusalém e a volta dos refugiados. Israel recusou.
2000 - Segunda Intifada

O segundo levante popular palestino contra Israel que teve início em setembro de 2000 ficou conhecido como segunda Intifada, e começou quando o então premiê de Israel, Ariel Sharon, visitou a Esplanada das Mesquitas, local mais sagrado de Jerusalém para palestinos e judeus (que o chamam de Monte do Templo).

2002 Muro de proteçãoIsrael começa a erguer uma barreira para se separar das áreas palestinas com o objetivo de impedir a entrada de terroristas. Palestinos afirmam que a construção do muro é uma anexação de território. A construção inclui série de muros de concreto, trincheiras fundas e cercas duplas equipadas com sensores eletrônicos
2002 - Quarteto

Em outubro de 2002, um enviado dos EUA apresenta pela primeira vez um esboço do plano de paz internacional elaborado pelo Quarteto [EUA, Rússia, União Européia e ONU]. O novo plano segue as linhas traçadas pelo presidente dos EUA, George W. Bush. Prevê o fim da violência, seguido por reformas políticas e nos serviços de segurança palestinos e a retirada de Israel de territórios ocupados.

Forças israelenses cercam Arafat na Muqata (QG do líder) em meio a uma ampla ofensiva lançada após uma onda de ataques terroristas em Israel. Arafat fica proibido por Israel de deixar a Muqata. Fica confinado até antes de sua morte, em novembro de 2004.2003 - Plano de Paz InternacionalO plano é oficializado em 2003.

Seu texto propõe um cessar-fogo bilateral, a retirada israelense das cidades palestinas e a criação de um Estado palestino provisório em partes da Cisjordânia e da faixa de Gaza. Em uma última fase, seria negociado o futuro de Jerusalém, os assentamentos judaicos, o destino dos refugiados palestinos e as fronteiras. Não é mencionado no texto a exigência do governo israelense de que o presidente da ANP (Autoridade Nacional Palestina), Iasser Arafat, morto em 11 de novembro último, seja removido do cargo. Apenas diz que os palestinos precisam de uma liderança que atue duramente contra o terror.

2003 - Mahmoud AbbasEm maio, assume o cargo de premiê palestino o moderado Mahmoud Abbas, indicado por Iasser Arafat após ampla pressão internacional.Abbas renuncia cerca de quatro meses depois após divergências com Arafat em relação ao controle da segurança palestina.
2004 - Morte de Arafat
Em novembro, morre o líder da Organização pela Libertação da Palestina, Yasser Arafat.

2005 - EleiçãoEm janeiro, Mahmoud Abbas vence as eleições e se torna o novo presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP). Um ano depois, a frustração com seu partido, o Fatah, acusado de corrupção, colabora para a vitória do movimento rival Hamas nas eleições parlamentares palestinas, levando o islâmico Ismail Haniyeh ao posto de premiê.A vitória do Hamas levou a comunidade internacional --liderada pelos EUA e por Israel-- a empreenderem um boicote financeiro à ANP, detonando crises internas e episódios de violência.

2005 - Plano de retiradaLançado pelo premiê israelense, o plano unilateral de Sharon --que alega ter tomado essa iniciativa por não contar com interlocutores confiáveis no lado palestino-- visa retirar de Gaza e parte da Cisjordânia 25 assentamentos judaicos e suas forças militares.

Convivem hoje no território 1,3 milhão de palestinos e cerca de 8.500 judeus. Facções contrárias à retirada adotam o discurso de não desistir de nenhum centímetro de terra.

2006 - Afastamento de SharonEm janeiro, o então premiê israelense Ariel Sharon sofre um derrame cerebral e entra em coma. Ele é substituído interinamente pelo atual premiê, Ehud Olmert. Em março, eleições israelenses dão a vitória ao partido Kadima (centro), de Olmert, e após formar uma coalizão o líder é confirmado no posto de premiê israelense.2007 - Governo de coalizão palestinoApós meses de negociações, os partidos palestinos rivais Fatah (do presidente da ANP, Mahmoud Abbas) e Hamas (do premiê palestino, Ismail Haniyeh) concordam com a criação de um novo gabinete com poder compartilhado. O acordo foi fechado em Meca (Arábia Saudita) em uma reunião com Abbas, Haniyeh e o líder político do Hamas na Síria, Khaled Meshaal, no dia 8 de fevereiro.A negociação foi marcada pela violência interna que custou a vida de dezenas de palestinos entre dezembro e fevereiro. Apesar da comunidade internacional --incluindo Israel-- ter pressionado pela realização do acordo entre os dois movimentos, Israel não tem a intenção de tratar com o novo governo palestino. O Hamas continua a não aceitar de forma direta ou indireta o reconhecimento de Israel, os acordos firmados e a renúncia à violência, informou um comunicado do Ministério de Relações Exteriores de Israel. Esses três pontos são as exigências da comunidade internacional para o fim do bloqueio financeiro à ANP.
NOTÍCIAS ATUAIS SOBRE O TEMA !

Estudo compara convivência entre israelenses e árabes a cães e gatos
Da EFE
Jerusalém, 8 set (EFE) - Cães e gatos podem aprender a conviver e compreender suas diferentes linguagens, segundo um estudo da Universidade de Tel Aviv, cujo autor acredita que israelenses e árabes deveriam aprender com estes animais de estimação e começar a se entender.
O zoólogo Joseph Terkel, especialista em comportamento animal, disse hoje à Agência Efe que sua última pesquisa demonstra que "cachorros e gatos podem aprender a conviver em uma mesma casa, sempre que se conhecerem quando têm menos de um ano".
"É importante que o gato chegue antes à casa do que o cachorro", disse Terkel, que assegurou que mediante estas condições, os animais podem se dar bem e, inclusive, aprender suas diferentes linguagens corporais.
"Por exemplo, um gato quando está zangado mexe o rabo da esquerda para a direita, enquanto um cachorro utiliza este gesto quando está contente. É o que chamamos de comportamentos opostos", explicou.
Segundo este zoólogo há muitos casos destes "comportamentos opostos", mas se os animais conviverem desde jovens "podem aprender a entender estes sinais e conseguir que não mal-entendidos não sejam provocados".
O estudo foi publicado recentemente na revista especializada "Applied Animal Behaviour Science" e se baseia na análise de vídeos que mostram a relação e a convivência em um lar de cães e gatos e em entrevistas com cerca de 200 pessoas que têm estes animais de estimação.
Em dois terços dos casos, os animais têm uma "relação positiva", enquanto 25% dos pares estudados se tratam com indiferença e outros 10% se agridem e brigam de forma habitual.
Para Terkel, uma conclusão indireta do estudo é que "se os cachorros e gatos podem aprender a viver juntos e adaptar sua linguagem, os humanos também podem fazê-lo".
Este zoólogo israelense sugere que é possível transferir sua descoberta no plano animal para o humano e até mesmo no contexto do conflito do Oriente Médio.
"Judeus e árabes se deram bem durante muito tempo como cachorros e gatos", declara.
"Este estudo nos dá esperança e demonstra que nós, humanos, temos que aprender com o comportamento animal", acrescenta Terkel, que sugere que a conclusão que pode ser extraída de seu estudo é que "israelenses e árabes deveriam conviver de forma mais próxima para aprender a se entender". EFE

11 comentários:

Mario disse...

O Muro ainda nos mostra que a PAZ não está sendo considerada um possibilidade concreta, ou seja, é preciso romper com os muros que separam as pessoas, e buscar a convivência, pois se até cães e gatos sabem conviver bem, por que não os Palestinos e Israelenses ?

beatriz disse...

Muito interesante esse asunto ser publicado no blog fica melhorr pra saber sobre o assuntoo...
mais esse muro não está sendo formado como um acordo de pazz..e sim como uma guerra..
depois tem como uma demonstração dos cães e gatosss...
isso vai surgi muita polemica aindaaa..
bjss
:*

Anônimo disse...

SE cão e gato vivem bem...porque eles tbm naum podem viver em paz....very good!!!

Zezinho da Silva disse...

O conflito entre essas duas regioes é desnessário visto que se cão e gato podem viver juntos, porque árabes e judeus não? um muro é desnecessario, porque não construir uma cerca? é mais barato..

AMANDA DEANGELI, LAUANNY BASTOS disse...

os conflitos entre arabes e israelenses nao é de hoje, neste ano a comemoraçao dos sessenta anos da formação do estado de israel, é motivo para se torna evidencia nosso estudo, principalmente pro vestibular! obrigada pelas informações do blog professor mario (:

Anônimo disse...

Se ate cao e gato vivem bem, porque eles nao vivem, isso tudo é uma questao de compreeensão

Luiz Felipe disse...

Os conflitos existentes no Oriente Médio são palcos de grandes "espetáculos" por todo o mundo, certamente o principal existente, entre Israel e Palestina, está longe de acabar, mostrando-nos que a paz do OM se distancia a cada dia.
Sua influência é notada explicidamente. Obrigado pelas informações.
Atenciosamente,
Luiz Felipe

Anônimo disse...

O muro construido entre israel e a cisjordania, so ira fazer com que aumente ainda mais o sentimento de conflitos entre eles,msm sabendo q nao vai dar certo como todos jah sabem que aconteceu com o muro de berlim e varios outros.

Jéssica Mathielo disse...

O Oriente Médio é uma região de muitos conflitos e no momento a de mais destaque na mídia. O conflito de Israel/Palestina é "o mais problemático que a ONU criou". A partilha da Palestina/Israel feita pela ONU gerou uma série de conflitos que simultaneamente atribuiu regiões para israel que também perdeu algumas. Muito embora este tenha se recusado a devolver territórios de recursos hídricos. A região também se destaca no petróleo, o que gera conflitos nao só de fronteiras mas também interesse internacional, o que atrapalha muito as negociações. A região não apresenta pespectiva de paz, uma vez que Israel está construindo um muro, de proteção contra os palestinos, algo visivelmente dispensável, uma vez que a história não nos relata benefícios com o mesmo.

Ediani Peruggia Ribeiro disse...

A disputa por petróleo e a água sempre vai ser motivo de conflitos entra arábes e judeus, de nada adianta tentar separar ambos pelo muro israelense.Acontece que enquanto Israel não devolver as terras que conquistou a guerra não vai acabar,e os palestinos estão mais do que certo em lutar pelo o que interessa.Mas a soluçao para isso, poderia ser passiva, o que de fato é quase impossivel.As riquezas do Oriente medio são motivis de confliots não só entre Israel e Palestinos, os E.U.A por exemplo.Acontece, que enquanto houver riquezas a serem conquistadas, vai sempre ter um de obvio superior querendo dominar as riquezas.È sempre assim, a história se repete.

Joana e Piranhol Scherrer disse...

Maaaaaaaaaaaaario!
o blog tah SHOW! sentirei falta das suas aulas ano que vem =[
mas a vida continua! =)
ah, a respeito do muro, é uma palhaçada o q israel tah fazendo! pois ele jah tem territorio de mais, e deveria pensar no proximo!os palestinos são mara! o/e deveria recuperar seus territorios perdidos pra israel.

♥ Joana (Israelense) e _______ (palestino) ♥ ;/ [ e o muro foi construido para nos separar! ]
"Imagine se um dia eu nao acordar, quem vai puxar assunto com vc? quem vai mentir q vc é legal/? imagine se um dia eu morrer, vc iria se arrepender de nao ter dito tuo o q eu perguntava, e eu vou morrer sem nunk saber(...)"(8)

ps.¹ o minininho não é da 5ª serie, é da 8ª ;)

♥ Piranhol e Rayneeeeeeeeer ♥

ps.² quanta saudade do Rayner =[