terça-feira, 29 de dezembro de 2009

FELIZ PAZ EM 2010 PARA TODOS....

OLÁ GALERA... FORAM TANTOS CONFLITOS ESTUDADOS EM 2009, NÃO É MESMO ?
ESPERO QUE EM 2010 POSSAMOS ESTUDAR MENOS CONFLITOS, POIS ACREDITO QUE A PAZ É POSSÍVEL...

ENTÃO QUE EM 2010, A PAZ SEJA NOSSA MAIOR PREOCUPAÇÃO...

FELICIDADES,
PAZ,
SAÚDE E
MUITO ESTUDO...
BEIJOS...
FUI.....................


MANIFESTO VERDE PELA PAZ DA HUMANIDADE, DA NATUREZA E DO PLANETA TERRA

Paz em seu coração. Paz em sua vida. Paz em você. Paz em sua saúde. Paz em sua alma. Paz de espírito. Paz em seu coração. Paz em seus sonhos. Paz em seu pensamento. Paz em suas escolhas e decisões. Paz em seus projetos de vida. Paz em suas emoções. Paz em sua nova esperança. Paz em seu cotidiano. Paz em seus momentos de decepção e angústia. Paz em sua consciência. Paz em seus relacionamentos. Paz em sua família. Paz em seu amor. Paz em suas amizades. Paz em seu trabalho. Paz entre seus vizinhos. Paz em sua escola. Paz em suas práticas de lazer e esportes;

Paz em sua universidade. Paz em seu lazer. Paz em seus projetos sócio-educativos e ecológicos. Paz em seu conhecimento. Paz em sua profissão. Paz em seus grupos e associações. Paz em seus projetos e empreendimentos. Paz em suas realizações culturais e científicas. Paz em seus trabalhos individuais e coletivos. Paz em sua ecologia interior. Paz em sua crença religiosa. Paz em seu trabalho solidário a favor dos mais pobres e famintos de pão, moradia e saúde;

Paz em sua rua. Paz em seu bairro. Paz em sua região, setor urbano ou rural. Paz em sua cidade. Paz em seu estado. Paz em seu país. Paz em seu continente. Paz na América do Sul. Paz para a América Latina. Paz para todas as Américas. Paz para todas as nações do mundo. Paz para os continentes. Paz nas vilas e nas grandes metrópoles. Paz nas estradas. Paz em todos os meios de transporte. Paz para a liberdade do ir e vir de todo ser humano; Paz e liberdade para toda palavra que represente o bem, a verdade, a dignidade humana, a paz, a harmonia, o amor, a solidariedade, e amor universal;

Paz na política. Paz na ética. Paz para as populações. Paz nas nações e seus governos. Paz para o mundo em guerras. Paz para todas as religiões. Paz para todos os credos. Paz para todos os dogmas. Paz para toda fé. Paz para o exercício da cidadania. Paz para garantir os direitos humanos. Paz para todas as crianças, adolescentes, adultos e idosos. Paz para todas as raças, etnias, povos nômades, indígenas. Paz para os povos abandonados pela sociedade;

Paz na Terra. Paz no campo. Paz para a reforma agrária. Paz nas nos sistemas e organizações que contribuem com a educação e desenvolvimento de crianças e adolescentes. Paz nas culturas. Paz nos ofícios. Paz para as expressões humanas éticas e solidárias. Paz na comunicação entre os homens. Paz para todas as ciências. Paz para as utopias. Paz para todos os projetos humanistas que trabalham em defesa da humanidade. Paz para os artistas, poetas, escritores e pensadores. Paz em todos os campos das artes e filosofias. Paz para as consciências que representam as grandes decisões sobre o mundo político. Paz para as manifestações a favor da justiça, liberdade e consciência;

Paz para o mundo. Paz para a natureza. Paz para todos os mundos existentes no Planeta. Paz para o meio ambiente. Paz para todas as políticas ecológicas e ambientais. Paz para a relação dos homens com a natureza. Paz para todas as águas do planeta, como os rios, mares, oceanos, rios, lagos, riachos, lagoas, cachoeiras, fios de água. Paz para os golfinhos, focas, orcas, baleias, botos e todos os animais da terra, do mar e do ar. Paz para todos os belos animais que são mortos com violência pelos homens. Paz nas montanhas, cordilheiras, florestas e matas. Paz para todos os seres vivos de todos os sistemas existentes na terra. Paz às nações, para que seja agendado o último dia da última guerra que ainda não tem prazo para terminar. Paz às gerações do futuro em 2050, 2100 e nos próximos séculos. Paz para toda a Humanidade hoje e de amanhã. Paz para o nosso Planeta Terra – lindo orbe que flutua no espaço azul do Sistema Solar, e pede socorro aos seus de 6, 6 bilhões de habitantes;

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

FOCO 23: SEPARATISMO DO POVO MAPUCHE, NO CHILE !

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, enviou ao Congresso na semana passada projeto que cria um ministério para assuntos indígenas e anunciou a distribuição de 10 mil hectares de terras aos mapuches, a principal etnia chilena.
A reportagem é de Flávia Marreiro e publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 18-10-2009.
O governo também propôs uma reforma constitucional para reconhecer os indígenas, já que a Carta chilena é a única na região a não fazê-lo.
Mas nem as medidas nem o discurso da esquerdista moderada Bachelet, que defende um novo "pacto multicultural", são suficientes para dissipar a desconfiança dos mapuches.
Os anúncios ocorrem em meio a mais uma onda de protestos na região de Araucanía, no centro-sul, que concentra os mapuches da área rural. Segundo o censo de 2002, são 600 mil mapuches em todo o país, ou 4% da população; 27% vivem na periferia de Santiago.
Araucanía é palco de conflitos entre indígenas e responsáveis por projetos energéticos, de exploração mineira e florestal. Em agosto, a tensão recrudesceu após a morte do mapuche Jaime Mendoza, 24, por um policial, numa ação de reintegração de posse.
À comoção por Mendoza se juntou a ameaça do governo de voltar a invocar a lei antiterror contra quatro mapuches acusados de queimar um caminhão e de atacar um posto de pedágio.
Se isso ocorrer, será a primeira vez que, sob Bachelet, a norma, uma herança da ditadura, será aplicada. A lei prevê penas muito mais duras, além de proibir liberdade condicional, critica a ONU. "Fala-se de "incêndio terrorista", mas só se aplica aos mapuches. Quando estudantes lançam coquetéis molotov é desordem social", diz o analista Raúl Sohr. "Há quase uma atitude racista na aplicação."
Os mapuches exigem respeito à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, que acaba de entrar em vigor no país e prevê consulta das comunidades antes da exploração de seus territórios. "O governo trata a questão pelo viés policial ou do talão de cheques. Só 5% das terras ancestrais estão conosco", critica o historiador mapuche Pablo Mariman.
No Chile, a principal política do governo é comprar terras e entregá-las aos indígenas. A maioria dos programas foca o engajamento das comunidades em empreendimentos produtivos públicos e privados.

domingo, 2 de agosto de 2009

FOCO 01 : QUESTÃO DO PAÍS BASCO

MADRI (Reuters) - Numerosas manifestações silenciosas em toda a Espanha condenaram na sexta-feira o mais recente atentado atribuído ao grupo separatista basco ETA, em Maiorca, onde foi celebrada uma missa de corpo presente pelos dois guardas civis assassinados na véspera.
O Parlamento nacional, o Parlamento catalão e numerosas prefeituras - inclusive as de Palma de Maiorca, local do atentado, Burgos e Pamplona, cidades natais dos agentes assassinados - fizeram cinco minutos de silêncio para condenar as mortes de Diego Salvá, de 27 anos, e Carlos Sáenz de Tejada, de 29.
O jipe onde eles estavam explodiu na localidade de Palmanova, município de Calvià, um dos mais turísticos de Maiorca, uma ilha do Mediterrâneo. Na véspera, o ETA havia tentado realizar um ataque contra um quartel da Guarda Civil em Burgos, a centenas de quilômetros de distância.
As ações coincidem com o 50o. aniversário da fundação do grupo armado ETA. "Junto à mais firme repulsa e condenação, queremos fazer chegar de coração nosso mais profundo pesar a seus familiares, amigos e colegas, assim como toda nossa solidariedade aos afetados", disse o rei Juan Carlos na ilha da Madeira (Portugal), onde está em visita oficial.
O presidente de governo (primeiro-ministro) espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, e o líder da oposição, Mariano Rajoy, compareceram ao velório no Palácio de la Almudaina, próximo à catedral de Palma, onde pouco depois ocorreu a missa, com a presença dos príncipes de Astúrias. Populares vaiaram políticos e deram vivas à Guarda Civil. Zapatero concedeu postumamente a Cruz de Ouro ao Mérito para os agentes assassinados.
"(Os assassinos) nos causaram um grande sofrimento pessoal para todos os cidadãos de bem, mas não conseguiram nem sequer roçar nossa firmeza, nem mesmo arranhar nossa determinação de acabar de uma vez por todas com o terrorismo", disse a vice-presidente de governo, María Teresa Fernández de la Vega.
As autoridades ainda não deram detalhes das investigações, mas na sexta-feira o Ministério do Interior divulgou um comunicado com as fotos de seis jovens procurados.
De la Vega disse que "as forças de segurança do Estado já seguem os passos" de dois indivíduos, os quais "já sabem, têm os dias contados". (Reportagem de Inmaculada Sanz)

domingo, 21 de junho de 2009

CAUSAS DAS TENSÕES MUNDIAIS !

O MAPA ABAIXO REFLERE-SE A PROPORÇÃO DA FOME EM VÁRIOS PAÍSES DO MUNDO!
SEMPRE RELATO QUE A FOME PODE LEVAR MILHARES DE PESSOAS A AÇÕES INUSITADAS... POIS BEM... COM A REPORTAGEM ABAIXO, PODEMOS PERCEBER QUE A MESMA GERARÁ MUITAS TENSÕES EM TODAS AS PARTES DO MUNDO...


QUESTÕES ÉTNICAS GERARÃO CONFLITOS...


A FOME ESTÁ PRESENTE NESTE QUESITO..


QUESTÕES NACIONALISTAS GERAM CONFLITOS,


MAS A FOME AUMENTA ESTA REALIDADE...


A crise econômica fará com que o número de famintos ultrapasse, pela primeira vez, a marca de 1 bilhão de pessoas em 2009. A estimativa, publicada ontem, é da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO).
A reportagem é de Jamil Chade e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 20-06-2009.
Segundo a entidade, toda semana cerca de 1 milhão de pessoas ingressam nesse exército de famintos. Por isso, já não se acredita mais que será cumprida a meta de redução da fome pela metade até 2015.
Em 1996, quando a FAO contava 840 milhões de famintos, as Nações Unidas se comprometeram a reduzir esse número para 420 milhões até 2015. "Pela primeira vez na história da humanidade, 1,02 bilhão sofrerão de desnutrição em todo o mundo", lamentou o diretor da FAO, Jacques Diouf.
Uma das opções da ONU é adiar a meta para 2025. Mas isso ainda significa o fracasso das estratégias da ONU e das cúpulas que trataram do assunto. A FAO anunciou ontem que convoca para novembro uma reunião de chefes de Estado para tratar do assunto e conseguir investimentos para a agricultura. Diouf acredita que essa será a forma de superar a fome.
Para a a diretora do Programa da ONU para Alimentos, Josette Sheeran, apenas 1% do dinheiro dado aos bancos nesta crise financeira já resolveria o problema. Mas, sem verba suficiente, a FAO está sendo obrigada a cortar os alimentos distribuídos em Uganda, na Etiópia e em outros países pobres.
"Tenho só 25% do orçamento necessário para alimentar os mais necessitados", disse a diretora, acrescentando que precisa de US$ 6 bilhões, um terço do que receberam as empresas automotivas nos Estados Unidos.
Segundo ela, entre 1969 e 2000 a proporção de famintos no mundo passou de 37% da população mundial para 18%. Hoje, está em 15% e em expansão. "Essa tendência de queda foi revertida", disse ela. A FAO define como subnutrida a pessoa que ingere menos de 1,8 mil calorias por dia.
O aumento do número de famintos começou em 2008, em razão da crise de alimentos. A atual recessão fez com que as remessas de dinheiro dos imigrantes para as famílias diminuíssem, além de secar os investimentos e as doações.
O resultado foi o aumento de mais de 100 milhões no número de famintos em 2008 e é o que se prevê para este ano. O aumento previsto é de 11%. Em termos absolutos, o diretor da Divisão de Desenvolvimento Econômico Agrícola da FAO, Kostas Stamoulis, insiste que essa é a primeira vez na história que o mundo tem tantos famintos.
A constatação da FAO é que o mundo vive uma contradição, já que 2009 terá uma das maiores safras agrícolas da história. "Não há falta de comida, há falta de acesso. O problema não é um desastre natural nem de safra. O problema é econômico. É o resultado do desemprego, da queda de renda", afirmou Diouf.
Segundo Josette, o problema é que a crise alimentar não foi superada nem com a recessão nem com a queda dos preços de produtos agrícolas. Nos países mais pobres, os alimentos continuam 80% mais caros que há dois anos. Numa média mundial, o preço é 24% acima do que estava em 2006. Nesta semana, a FAO relevou que os preços das commodities devem aumentar entre 10% e 30% nos próximos dez anos.
Outro alerta da FAO é que a fome pode voltar a ser um fator de insegurança. "A fome é um risco real para a paz", disse Diouf. "Um faminto tem três opções: protestar, migrar ou morrer de fome."
AMÉRICA LATINA
Segundo a FAO, o fenômeno do aumento da fome é global e a América Latina será muito afetada. A região deverá contar com 53 milhões de famintos este ano, 12,8% mais que em 2008. Na Ásia, que tem hoje 642 milhões de famintos, verá esse número crescer 10,5% %. A África vem a seguir, com mais 11,8% e um total de 265 milhões.
Os países ricos continuam com uma parcela dos famintos, cerca de 15 milhões. Mas, pela primeira vez em 40 anos, terão aumento de 15,4%, em razão do desemprego em massa decorrente da recessão, sobretudo nas grandes cidades. Mas os agricultores também estarão entras as vítimas.
ANTIGAS SOLUÇÕES
O que mais incomoda a FAO é que planos, estratégias e programas para acabar com a fome são conhecidos. "O que temos hoje é um problema político, de falta de prioridade. Os líderes mundiais precisam tomar decisões corajosas de erradicar a fome", defendeu Diouf.
A razão do recado do diretor da FAO é que falta apenas um mês para a reunião de cúpula dos chefes de Estado e de governo do grupo dos países mais ricos, o G-8, na Itália.
Há 30 anos, 20% de toda a ajuda dada pelos países ricos aos pobres ia para o setor agrícola. Hoje, essa taxa é de apenas 3%. A FAO sugere que seja estabelecido uma prioridade de governos para que invistam na pequena agricultura nos países em desenvolvimento, onde estariam 2 bilhões de pessoas.
"Essa é a uma crise de proporções épicas. Não está na hora de cortes nos investimentos para o pequeno agricultor. Precisamos de uma maior produção", disse Josette.
Outra insistência é para que governos passem a adotar estratégias de criação de redes sociais para aqueles que passam fome. Segundo Josette, 80% da população mundial hoje não tem nenhuma ajuda social se perder a renda.
Mas Matthew Wyatt, consultor do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola, alerta que a recessão colocou novas restrições para os orçamentos dos governos, o que pode ampliar o problema da fome.
"Nunca tivemos em números absolutos tantos famintos no mundo como hoje. Esses dados são chocantes e esperamos que choquem os líderes", disse. Ele sugere que pacotes de estímulo criados por governos deem uma atenção especial a pequenos fazendeiros.

domingo, 17 de maio de 2009

FOCO 31: CONFLITO NO SRI LANKA ! A SITUAÇÃO TENDE A MELHORAR OU

Os rebeldes do grupo Tigres para a Libertação do Eelam Tamil (LTTE), do Sri Lanka, anunciaram neste domingo (17) que vão "silenciar as armas" depois de mais de 25 anos de combates.
O anúncio foi feito em comunicado no site oficial pró-rebeldes e é assinado por Selvarajah Pathmanathan, chefe de relações internacional do gropo. Nele, o grupo diz que se encontra em um beco sem saída em sua guerra contra o governo.

"Só temos uma última escolha: remover a última desculpa de nosso inimigo para matar nosso povo. Nós decidimos silenciar nossas armas", diz o texto.
O anúncio foi feito em comunicado no site oficial pró-rebeldes e é assinado por Selvarajah Pathmanathan, chefe de relações internacional do gripo. Nele, o grupo diz que se encontra em um beco sem saída em sua guerra contra o governo.
"Só temos uma última escolha: remover a última desculpa de nosso inimigo para matar nosso povo. Nós decidimos silenciar nossas armas", diz o texto.
"Esta batalha chegou a seu amargo final. Contra qualquer previsão, contivemos as forças cingalesas sem ajuda, exceto o apoio sem fim de nosso povo", diz a nota. Pathmanathan também denunciou que, nas últimas 24 horas, 3 mil civis tâmeis morreram e outros 25 mil sofreram ferimentos e não dispõem de "atendimento médico". "É nosso povo que está morrendo por causa das bombas, dos ataques, das doenças e da fome. Não podemos permitir que sofram mais danos", disse o líder guerrilheiro, em sua extensa mensagem. "Não aguentamos mais ver o derramamento de sangue de nosso povo", afirmou. O Exército cingalês disse ter "resgatado" os 50 mil civis que os LTTE tinha como "reféns" no nordeste da ilha, apesar de, pouco antes, ter estimado o total em um máximo de 20 mil. Os militares também afirmaram que estão "liquidando" os rebeldes.

Cantando vitória
No sábado, o presidente do Sri Lanka, Mahinda Rajapakse, declarou na Jordânia que seu país havia "esmagado o terrorismo", em referência à suposta vitória do Exército sobre os rebeldes.Antes das declarações do presidente, o Exército anunciou que havia tirado dos rebeldes sua última saída para o mar e que os Tigres estavam cercados em uma zona de 3,5 quilômetros quadrados no nordeste da ilha.